Herê Aquino

Descrição: Herê Aquino nasceu em Fortaleza/CE, em 09/01/1958. É diretora, pesquisadora e professora de teatro. Iniciou sua carreira em 1990 quando fundou o Grupo Expressões Humanas. É especialista em Semiótica pela Universidade Estadual do Ceará, graduada em Gestão Pública pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e formada em Direção Teatral pelo Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar.

E-mail Público: grupoexpressoeshumanas@gmail.com

Endereço: Rua Barão de Aratanha, 605, Centro.

CEP: 60055-210

Estado: CE

Município: FORTALEZA

Bairro: Fátima

Logradouro: Lauro Maia

Número: 593

Complemento: casa 01

Descrição

Herê Aquino nasceu em Fortaleza (Ceará), em 09 de janeiro de 1958. É diretora, pesquisadora e professora de teatro. Iniciou sua carreira em 1990 quando fundou o Grupo Expressões Humanas. É especialista em Semiótica pela Universidade Estadual do Ceará, graduada em Gestão Pública pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e formada em Direção Teatral pelo Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar.
Começou no teatro como autodidata e fez sua estreia como diretora em 1991 com o espetáculo "Anárquico Velho Mundo Novo", encenado pelo Grupo Expressões Humanas e premiado na XIII Mostra de Teatro Amador de Fortaleza com os prêmios de melhor atriz e melhor sonoplastia, tendo sido indicado para melhor espetáculo, direção, cenário e iluminação.
Em 1992 dirige seu primeiro infantil, Dom Poder e a Revolta da Natureza, que fica em cartaz por quase três anos, juntamente com Anárquico Velho Mundo Novo o que faz com que o Expressões Humanas se estabeleça, na cidade, enquanto grupo com trabalho continuado.
Entre 1994 a 1996 volta-se para investigações internas no Grupo e para experimentações e intervenções que são realizadas em espaços públicos de Fortaleza com o intuito de investigar, definir e sistematizar a própria pesquisa teatral.
A partir de 1997, com o espetáculo "UNI – VERSOS", os parâmetros de sua pesquisa vão pouco a pouco se fortalecendo levando para os espetáculos uma assinatura cada vez demarcada e reconhecida nos meios teatrais. Montagens como: Morte e Vida Severina, Deus Danado, Lá ri lá rá Macunaíma Saravá, Dorotéia, A Hora da Estrela, Os Cactos, Encantrago - Ver de Rosa um Ser Tão, Ensaio para um Silêncio, entre outras, fizeram história e trouxeram pluralidade para a cena teatral cearense, ganhando, também, reconhecimento nacional.
Em sua trajetória participa como professora convidada do curso de Arte Dramática (CAD) da Universidade Federal do Ceará (UFC) em 2000 e 2004, do Colégio de Direção Teatral do Instituto Dragão do Mar em 2001 e 2003 e do Curso Superior Tecnológico em Artes Cênicas do CEFET em 2007, dirigindo em todas as instituições o espetáculo de conclusão das turmas.
Em 2015 completou 25 anos de carreira com 25 espetáculos encenados, a maioria deles tendo participado de importantes festivais e mostras teatrais, acumulando prêmios de Melhor Espetáculo, Direção, Ator, Atriz, Sonoplastia, Iluminação, etc.
O foco de sua pesquisa está voltado para a ritualização no teatro, com ênfase na poética do espaço cênico e no homem em situação de representação e enquanto indivíduo e identidade cultural. A busca é por um teatro que não seja só espetáculo, algo que se olha, mas algo de que se participa e cujos elementos estão pensados no intuito de restituir ao teatro o seu princípio vital. Essa pesquisa está em ressonância com tendências do teatro contemporâneo e possui subsídios comuns a outras áreas culturais, científicas e artísticas, como a antropologia, a semiótica e a arte da
performance, mas sua fundamentação maior está pautada nas pesquisas de Grotowski, Eugênio Barba e Bertolt Brecht.
Em 2010 participa do projeto Palco Giratório do SESC com os espetáculos: "Encantrago Ver de Rosa um Ser Tão", "Os Cactos" e "Ensaio para um Silêncio", ministra a oficina sobre "Teatro Ritualístico" em muitas cidades do Brasil e participa como palestrante do "Encontro Pensamentos Giratórios" em Salvador/BA, com o tema: Teatro Ritual e Cultura Popular: tradição e contemporaneidade.
Sua colaboração para o teatro também está pautada em artigos publicados em jornais, onde participa como colaboradora, em curadorias e bancas de comissões julgadoras em festivais e mostras teatrais, bem como em processos seletivos de alunos para escolas de teatro. Também contribui como palestrante, debatedora de espetáculos em festivais e mostras teatrais e como professora, ministrando cursos e oficinas por vários estados brasileiros.
Foi coordenadora de teatro da Secretaria de Cultura de Fortaleza, produziu e coordenou o VII, VII, X e XI Festival e de Teatro de Fortaleza, recebeu o Troféu Carlos Câmara pelos 22 Anos prestados ao Teatro Cearense e em 2012 foi homenageada pela Semana SESC de Artes Cênicas, recebendo o troféu de Destaque do meio Artístico Cearense.
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